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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Será um Derrespeito...rsrsrsrsr Bom Senso faz Bem!

Além de concorrer com as pessoas mal educadas e individualistas pelas vagas de estacionamento dedicadas a pessoas com deficiência, o pessoal conseguiu mais uma nova função para as vagas, estacionar caçambas de entulho e colocar material de construção.

Um absurdo.

Com certeza eles não viram a campanha de se concientizar!

vejam o vídeo da campanha de concientização pelas vagas destinadas a pessoas com deficiência para entender a necessidade delas.

Cadeirante encara os desafios da falta de acessibilidade

Fastastico faz uma bela reportagem sobre a realidade dos cadeirante em viagens de Avião, Ônibus e metrô.
O nosso Brother cadeirante Billy Saga, mostra vários desrespeito...
Confira o video:

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Novos ônibus para melhor acessibilidade


Trinta segundos. Esse é o tempo médio que o usuário de cadeira de rodas gasta para se acomodar em um dos 13 novos ônibus adaptados entregues à população na manhã de ontem. A nova frota vem se juntar aos outros 108 já existentes, totalizando 121 ônibus adaptados para pessoas com deficiência de locomoção. Dados da Associação das Empresas de Transportes Coletivos Urbanos de João Pessoa(Aetc-JP) mostram que, com a nova frota, mais de 36 mil viagens/mês serão feitas com atendimento aos cadeirantes.
A estrutura dos novos ônibus, chamados de "Ônibus Eficientes", não são um benefício apenas para quem utiliza a cadeira de rodas. Além dos elevadores permitirem o fácil acesso aos cadeirantes, as portas de acesso são mais largas (medem 1,10 centímetros, enquanto que os ônibus convencionais têm apenas 90cm), além de contarem com cadeiras mais largas - destinadas a mulheres grávidas e pessoas obesas - corrimões especiais para deficientes visuais, sinal de parada com escrita emBraile e um dispositivo que só possibilita a partida após as portas estarem completamente fechadas.

Mauro Tourinho, diretor executivo da AETC-JP, afirma que a nova frota desses ônibus, denominados de "Ônibus Eficientes", correspondem a 28% da frota em operação na capital. "Temos uma porcentagem muito maior do que a estabelecida por lei, que é de apenas 3%. Atendemos a demanda com sobras, pois das 36 mil viagens realizadas por mês, o elevador é acionado apenas 120 vezes", afirma o diretor. Um número que, segundo o diretor, poderia ser maior. "Só adaptar o transporte coletivo para os deficientes não é suficiente para dar garantia dos direitos deles. É preciso que os responsáveis pelos espaços públicos e de lazer precisam se preocupar em fornecer estruturas de acessibilidade. Senão, como o cadeirante vai utilizar os ônibus, se ele nem consegue chegar em algumas paradas de ônibus?", indaga Mauro Tourinho.

A chegada de novos ônibus facilitará a vida do estudante Reginaldo Faustino da Silva. "A gente sempre ouvia umas gracinhas dos passageiros, dizendo que os elevadores atrasam a viagem deles. Mas o problema era que nem os cobradores sabiam acionar o sistema. Agora, com esse mecanismo mais rápido, espero que as pessoas nos respeitem mais", diz Reginaldo.

Reformas

A superintendente da Superintendência de Transporte e Trânsito (STTrans), Laura Farias, disse que cerca de 100 abrigos por onde os Ônibus Eficientes passam sofrerão adaptações para melhor atender aos cadeirantes.
Fonte: O Norte

segunda-feira, 12 de abril de 2010

A Toda Velocidade!!!

Gente este post é um alerta sobre a divulgação de um projeto que se chama A TODA VELOCIDA. A nossa Amiga Giselle(A GIZZ) é a pioneira desse desafio que é a Acessibilidade...Ela vai relatar durante 30 dias, "vivenciar na pratica" como é o dia-a-dia de um cadeirante, as dificuldades, as barreiras que passamos em cidades nada acessíveis para nós.
Esse projeto irá se concretizar na publicação de um livro, mas informação no seu blog Fisio Ativa
Dar só uma sacada no video:

quinta-feira, 11 de março de 2010

O absurdo e o Legal...

Pessoal nos deficiente físico que se esconde por aqui em João Pessoal-PB, não temos um comércio destinado a nós que somos cadeirantes, as poucas lojas que aqui existe não tem um serviço especializado e nem produtos diferenciados ou seja não tem nada nem acessibilidade pra vocês terem ideia.

Ai vai uma foto de uma loja que fica na Rua: General Osório aqui em João Pessoa... onde fui saber se lá tinha cadeira de banho pra vender? Pra minha surpresa não deixaram eu entrar é pra refletir né não? A moça falou espera que vou chamar dois rapazes pra te levantar... olhei pra
ela sorri e disse deixa pra próxima. Essa é uma delas...

E é porque essa lojinha vende produtos para Deficiente físico e produtos Hospitalar assim disse a moça da loja!

Agora o legal
Então, seria um máximo ter uma loja dessa por aqui ou até uma parecida pode ser! rsrsrsr

Agora saca só essa loja!!!

Os cariocas poderão contar com um centro de referência em acessibilidade especializado em serviços e produtos diferenciados para pessoas com deficiência a partir de sexta-feira (12/03). A loja, que pertence a Rea Team e ao Grupo Adapt, oferecerá num mesmo local a venda de cadeiras de rodas e objetos adaptados sob medida, serviços de isenção de impostos na compra de carros especiais e adaptação veicular.
Para os empresários será comercializado produtos como rampas, elevadores e plataformas elevatórias, para tornar o prédio comercial acessíveis a todos.
Um dos destaques da loja é a cadeira anfíbia. Ela possui pneus infláveis especiais para andar na areia e na água, por isso possibilita que pessoas com deficiência física tomem banho de mar. Esse projeto pertence a ONG Espaço Novo Ser, que foi exibido na novela da Rede Globo “Viver a Vida”.
Em breve o centro também poderá contar com a autoescola especializada na formação de condutores com deficiência física.

A loja funcionará de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 9h às 14h.

Serviço:
Rea Team e Grupo Adapt
Tel.: (21) 3273-1567/ 3296-1888
Rua Haddock Lobo, 203 A - Tijuca

http://www.grupoadapt.com.br/


http://cadeiranteeserhumanotambem.blogspot.com/
dedicado ao cadeirante e as pessoas interessadas a conhecer a vida de um cadeirante!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Acessebilidade nos aeroportos

Empresas aéreas ignoram norma de acessibilidade

Dei um pequeno depoimento para ajudar uma reportagem que o Eduardo Geraque, repórter da editoria de Cotidiano da Folha de S. Paulo, folha online. Pra mim é uma grande contribuição que vale muito para termos uma vida digna e com respeito leia a materia e comente por favor:
A tensão de uma viagem aérea para pessoas com deficiência física no Brasil, muitas vezes, pode atingir o seu pico antes mesmo da entrada no avião. Ao contrário do que exige uma norma editada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) há três anos, 57 aeroportos administrados pela Infraero, de um total de 67, não têm plataformas elevatórias. O equipamento é considerado o mais seguro para colocar as pessoas que usam cadeira de rodas ou estão em uma maca dentro de um avião. Eles são fundamentais quando a subida na aeronave precisa ser feita a partir do próprio pátio. Vários aeroportos não têm pontes de embarque. Mesmo naqueles que possuem essas estruturas, os aviões podem parar na "posição remota" -longe do edifício de embarque.
Apenas dez aeroportos têm o chamado "ambulift", nome mais usado para o elevador. Os equipamentos estão em Brasília, Fortaleza, Goiânia, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Grande São Paulo (Congonhas e Guarulhos) e Uberlândia.

A norma, que passou a valer em 2008, diz que toda companhia aérea deve oferecer "veículos equipados com elevadores ou outros dispositivos apropriados" quando o avião não estiver acoplado ao prédio do próprio aeroporto.
Nos pátios aeroportuários nacionais, entretanto, cenas que refletem a improvisação costumam ocorrer, indicando que não existe nem ambulift nem uma alternativa segura.

Aqui em João Pessoa, para embarcar ou desembarcar, são necessários dois funcionários da companhia para levantar a cadeira de rodas e subir aquelas escadas.
É muito desagradável, afirma Franswillame Oliveira da Silva, que há dois anos sofreu um acidente de moto e ficou paraplégico. Na capital da Paraíba, não existem pontes de embarque(fingers). Os aviões estacionam no próprio pátio
.
A TAM diz que a quantidade de ambulifts é suficiente para atender à demanda. A empresa tem cinco aparelhos próprios. Nos demais casos, ela usa os da Infraero, que cobra, em média, R$ 100 por uso, diz a TAM.
A Gol, que não tem ambulift próprio, disse que tem pessoal treinado para superar qualquer tipo de obstáculo que possa existir no embarque ou no desembarque dos passageiros com necessidades especiais. A norma da Anac também lista exigências para o passageiro. O consumidor especial, para ter um atendimento digno, precisa informar suas necessidades com 72 horas de antecedência ao embarque. A agência reguladora registrou só 221 reclamações em 2009 relacionadas à acessibilidade em aeroportos. Menos de 1% do total. Por isso, a Anac recomenda que, após qualquer problema, os usuários devem formalizar suas reclamações nos balcões do órgão.
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